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	<title>Comments on: Resposta a Maitê Proença</title>
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		<title>By: virginia</title>
		<link>http://www.coexistblog.com/resposta-a-maite-proenca/#comment-320</link>
		<dc:creator>virginia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 14:44:52 +0000</pubDate>
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		<description>Olá! Como brasileira fico envergonhada com a possibilidade de algum compatriota ter desrespeitado quem quer que seja. Fico também curiosa para saber o que exatamente foi dito pela Maitê. Não consegui aceso ao video, nem ao texto.
     Acho também que a resposta ao desrespeito não deveria passar pela questão dos indicadores sociais e/ou atraso tecnológico de nosso país (até porque, em tempos de desastres ambientais e desquilíbrio ecológico, avanço tecnológico e desenvolvimento são bastante discutíveis). Se por um lado, temos sérios problemas com os políticos e a falta de ética, por outro, temos um povo eminentemente honesto, trabalhador e profundamente feliz, apesar de todas as mazelas sociais inegavelmente existentes. Os ataques deveriam ser dirigidos somente à Maitê Proença, responsável pelos seus atos e palavras.
                                    Abraço fraterno de uma brasileira que considera todos os povos dignos de respeito e de tratamento ético

                                               Virginia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Como brasileira fico envergonhada com a possibilidade de algum compatriota ter desrespeitado quem quer que seja. Fico também curiosa para saber o que exatamente foi dito pela Maitê. Não consegui aceso ao video, nem ao texto.<br />
     Acho também que a resposta ao desrespeito não deveria passar pela questão dos indicadores sociais e/ou atraso tecnológico de nosso país (até porque, em tempos de desastres ambientais e desquilíbrio ecológico, avanço tecnológico e desenvolvimento são bastante discutíveis). Se por um lado, temos sérios problemas com os políticos e a falta de ética, por outro, temos um povo eminentemente honesto, trabalhador e profundamente feliz, apesar de todas as mazelas sociais inegavelmente existentes. Os ataques deveriam ser dirigidos somente à Maitê Proença, responsável pelos seus atos e palavras.<br />
                                    Abraço fraterno de uma brasileira que considera todos os povos dignos de respeito e de tratamento ético</p>
<p>                                               Virginia</p>
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		<title>By: Mônica França</title>
		<link>http://www.coexistblog.com/resposta-a-maite-proenca/#comment-319</link>
		<dc:creator>Mônica França</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:28:28 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma vez este assunto já tão massificado e, diria, &quot;tão sem conteúdo&quot; que foi o vídeo da que se tornou a mais &quot;popular&quot; artista em Portugal, Maité Proença.
Recebi esta carta que está circulando pela internet e, realmente, não tive como não fazer uma análise um pouco &quot;controversa&quot; da visão que a senhora em questão tem de sua &quot;tão amada terrinha&quot;.
Não questiono aqui os tantos e muitos problemas que nosso Brasil sempre enfrentou em todos os seus segmentos, pois nós, os brasileiros temos esta capacidade memorável de análise sem o pessismo e o rancor de nações pouco produtivas. Nações que esgotaram seus recursos, muitas vezes esquecidos pela natureza e, pior, pelo povo que alí está.
Isto posto, vamos aos fatos que, espero que todos entendam, não constituem uma defesa ao comportamento já tão questionado da senhora artista.

Compreendo que a mesma tenha se indignado pelos atos nada memoráveis da &quot;pobre&quot; Maité. Contudo, a forma como o povo português se vê, eu diria, é questionável.

Portugal é o país, segundo estatísticas da Eurostat, com um dos maiores índices de analfabetismo da comunidade européia (10 em cada 100 habitantes pelos dados do último senso).

Não conseguem se familiarizar com a informática. O Magalhães não é o sucesso que fazem divulgar mundo afora e chegaram a fornecer para Venezuela antes mesmo de todo o 1º ciclo ter acesso a tal solução.

Só conseguiram entrar para o ranking dos países que mais fibra ótica utiliza em residências porque, convenhamos, num país com uma população de 10 milhões de pessoas... hahhah... é muito fácil conseguir 1% de casas conectadas. No Brasil, já utilizamos fibra ótica há trinta anos. Bem verdade que, a nível doméstico, há pouco tempo e ainda caro para um acesso maior da população. Lembrem-se... somos um país em desenvolvimento.

Se em Portugal TODAS as crianças vão à escola, conforme a Srª Mafalda coloca, onde estão os um milhão de analfabetos entre os 10 anos e mais apontados nas últimas estatísticas?

Quanto aos absurdos políticos e seus atos ilícitos no Brasil, realmente é vergonhoso. Mas como atirar pedras no vizinho quando Portugal tem os seus muitos escândalos como a Operação Furacão que investiga crimes de branqueamento e fuga de capitais e evasão fiscal sem conclusão há anos? O caso Free Port e todos os seus envolvidos, inclusive o 1º Ministro. O caso do maior banco privado de Portugal, o BCP onde, até hoje, seus investidores estão a ver navios?!

Quanto a &quot;não ter pessoas nos elevadores a apertar botões&quot;, seria melhor que as tivesse. Evitaria os 10 a 15% de taxa de desemprego a atingir no próximo mês. Uma taxa alta para um país deste porte. Evitaria que 35 % dos que habitam em Portugal não tivessem capacidade para manter a casa adequadamente aquecida no inverno. Evitaria a inadimplência e a redução da qualidade de vida que grande parte da sua classe média. Se bem que, um adendo: a inadimplência em Portugal é, digamos, cultural. São vistos como péssimos pagadores na comunidade européia.

Outra questão intrigante e típicamente portuguesa é a frase &quot;colocar-nos na vanguarda das energias renováveis&quot;... !!!... saiba que a única fonte de energia que poderia ser substituída pela eólica seria a hidrica, haja vista a intermitência de ambas. Nenhuma substitui o combustível fóssil, da qual este país é extremamente dependente ainda. Seu incentivo a este tipo de desenvolvimento se deve aos subsídios oferecidos pela comunidade européia para tal. E, sejamos claros, na vanguarda mundial deste tipo de energia estão Alemanha e Dinamarca que conseguiram um aumento de 20% na produção e, mesmos assim, em parques privados para um consumo pontual.

Concordo também quando a senhora em questão nos diz que &quot;cada um trabalha por um salário e não por um troco&quot;. Em Portugal, há que se levar em consideração o percentual de desempregados &quot;enconstados&quot; pela Segurança Social a recusar empregos das agências de emprego nacionais a fim de não perderem o tal &quot;benefício&quot;. Se isso se traduz em trabalho e não troco, concordodo plenamente. O português não é memso muito chegado a labuta.

Ah... e quanto ao humor, realmente, deixemos para que os brasileiros o façam e, aliás com muito talento da televisão brasileira tão assistida, admirada e copidada em Portugal. Afinal, aqui, humor não existe, é triste! Ou será que alguém realmente se diverte com um tal de &quot;Gato Fedorento&quot;?

Como vês, senhora, há que se ter muito cuidado ao se jogar pedra no telhado dos vizinhos se o nosso é de vidro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez este assunto já tão massificado e, diria, &#8220;tão sem conteúdo&#8221; que foi o vídeo da que se tornou a mais &#8220;popular&#8221; artista em Portugal, Maité Proença.<br />
Recebi esta carta que está circulando pela internet e, realmente, não tive como não fazer uma análise um pouco &#8220;controversa&#8221; da visão que a senhora em questão tem de sua &#8220;tão amada terrinha&#8221;.<br />
Não questiono aqui os tantos e muitos problemas que nosso Brasil sempre enfrentou em todos os seus segmentos, pois nós, os brasileiros temos esta capacidade memorável de análise sem o pessismo e o rancor de nações pouco produtivas. Nações que esgotaram seus recursos, muitas vezes esquecidos pela natureza e, pior, pelo povo que alí está.<br />
Isto posto, vamos aos fatos que, espero que todos entendam, não constituem uma defesa ao comportamento já tão questionado da senhora artista.</p>
<p>Compreendo que a mesma tenha se indignado pelos atos nada memoráveis da &#8220;pobre&#8221; Maité. Contudo, a forma como o povo português se vê, eu diria, é questionável.</p>
<p>Portugal é o país, segundo estatísticas da Eurostat, com um dos maiores índices de analfabetismo da comunidade européia (10 em cada 100 habitantes pelos dados do último senso).</p>
<p>Não conseguem se familiarizar com a informática. O Magalhães não é o sucesso que fazem divulgar mundo afora e chegaram a fornecer para Venezuela antes mesmo de todo o 1º ciclo ter acesso a tal solução.</p>
<p>Só conseguiram entrar para o ranking dos países que mais fibra ótica utiliza em residências porque, convenhamos, num país com uma população de 10 milhões de pessoas&#8230; hahhah&#8230; é muito fácil conseguir 1% de casas conectadas. No Brasil, já utilizamos fibra ótica há trinta anos. Bem verdade que, a nível doméstico, há pouco tempo e ainda caro para um acesso maior da população. Lembrem-se&#8230; somos um país em desenvolvimento.</p>
<p>Se em Portugal TODAS as crianças vão à escola, conforme a Srª Mafalda coloca, onde estão os um milhão de analfabetos entre os 10 anos e mais apontados nas últimas estatísticas?</p>
<p>Quanto aos absurdos políticos e seus atos ilícitos no Brasil, realmente é vergonhoso. Mas como atirar pedras no vizinho quando Portugal tem os seus muitos escândalos como a Operação Furacão que investiga crimes de branqueamento e fuga de capitais e evasão fiscal sem conclusão há anos? O caso Free Port e todos os seus envolvidos, inclusive o 1º Ministro. O caso do maior banco privado de Portugal, o BCP onde, até hoje, seus investidores estão a ver navios?!</p>
<p>Quanto a &#8220;não ter pessoas nos elevadores a apertar botões&#8221;, seria melhor que as tivesse. Evitaria os 10 a 15% de taxa de desemprego a atingir no próximo mês. Uma taxa alta para um país deste porte. Evitaria que 35 % dos que habitam em Portugal não tivessem capacidade para manter a casa adequadamente aquecida no inverno. Evitaria a inadimplência e a redução da qualidade de vida que grande parte da sua classe média. Se bem que, um adendo: a inadimplência em Portugal é, digamos, cultural. São vistos como péssimos pagadores na comunidade européia.</p>
<p>Outra questão intrigante e típicamente portuguesa é a frase &#8220;colocar-nos na vanguarda das energias renováveis&#8221;&#8230; !!!&#8230; saiba que a única fonte de energia que poderia ser substituída pela eólica seria a hidrica, haja vista a intermitência de ambas. Nenhuma substitui o combustível fóssil, da qual este país é extremamente dependente ainda. Seu incentivo a este tipo de desenvolvimento se deve aos subsídios oferecidos pela comunidade européia para tal. E, sejamos claros, na vanguarda mundial deste tipo de energia estão Alemanha e Dinamarca que conseguiram um aumento de 20% na produção e, mesmos assim, em parques privados para um consumo pontual.</p>
<p>Concordo também quando a senhora em questão nos diz que &#8220;cada um trabalha por um salário e não por um troco&#8221;. Em Portugal, há que se levar em consideração o percentual de desempregados &#8220;enconstados&#8221; pela Segurança Social a recusar empregos das agências de emprego nacionais a fim de não perderem o tal &#8220;benefício&#8221;. Se isso se traduz em trabalho e não troco, concordodo plenamente. O português não é memso muito chegado a labuta.</p>
<p>Ah&#8230; e quanto ao humor, realmente, deixemos para que os brasileiros o façam e, aliás com muito talento da televisão brasileira tão assistida, admirada e copidada em Portugal. Afinal, aqui, humor não existe, é triste! Ou será que alguém realmente se diverte com um tal de &#8220;Gato Fedorento&#8221;?</p>
<p>Como vês, senhora, há que se ter muito cuidado ao se jogar pedra no telhado dos vizinhos se o nosso é de vidro!</p>
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		<title>By: Guilherme</title>
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		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:17:07 +0000</pubDate>
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		<description>Sou brasileiro e concordo com tudo que disseste.</description>
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