Eles não gostam é do Bush

18/11/2008 Sem Comentários por
 

Barack Obama 

Afinal para os que pensavam que finalmente o racismo tinha "desaparecido" nos USA, com a eleição de um presidente negro, bem podem tirar o cavalinho da chuva.

A verdade é que nas últimas semanas têm crescido os crimes de ódio contra Obama.

A eleição do primeiro presidente negro dos Estados Unidos fez crescer uma onda dos chamados crimes de ódio em todo o país, segundo reportagem do jornal "Times".

O democrata já contabiliza 500 ameaças de morte desde o começo da campanha. Em média, a cada 11 anos, um assassino tenta matar o presidente dos EUA.

Já foram 20 atentados a 15 membros da Casa Branca. Quatro morreram. O último foi John Kennedy, em 1963.

Entre as demonstrações de racismo que vão da Califórnia ao Maine, estão bonecos negros enforcados, crianças a cantar "matem o Obama" e cruzes queimadas.

O fenómeno, segundo o "Times", parece ser mais intenso nos estados do Sul do país, onde a oposição a Obama é maior.

No Maine, clientes de uma loja estão a fazer apostas para ver quem acerta na data em que Obama será morto.

Mais de 20 carros foram pintados com frases racistas em Long Island, em Nova York, em Kilgore, no Texas, em Los Angeles, na Califórnia, onde escreveram "Volte para a África" em casas, calçadas e carros.

Áparte destes tristes racistas fanáticos (passe o pleonasmo),  a verdade é que a população dos Estados Unidos deu ao mundo uma lição de democracia e de pluralidade ao eleger um presidente negro.

Algo que NUNCA aconteceu na Europa, um continente muitos séculos mais velho que a jovem democracia americana.

Por vezes as lições vêm de onde menos se espera.

Afinal quem são os racistas?

 

Actualidades, Notícias
No Responses to “Eles não gostam é do Bush”

Leave a Reply